quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Anvfeb 40 Jaraguá - Beti Bertoldi



Publicado em 5 de dez de 2016
Anvfeb 40 anos de Jaraguá do Sul (SC): almoço de encerramento de 2016 dos associados e simpatizantes do movimento de defesa do legado militar e cultural, na sede da Recreativa Duas Rodas, no bairro Vila Nova, rua 25 de Julho.
A Senhora Betinha Bertoldi, tomada de sentimento alturísta e agregador do movimento da Anvfeb Jaraguá e Itapocu, no almoço festivo de encerramento das atividades de 2016, distribuiu um brinde às mulheres participantes.
Ademir Pfiffer - Historiador

Anvfeb 40 anos de Jaraguá do Sul - Ivo Kretzer



Publicado em 4 de dez de 2016
Anvfeb 40 anos de Jaraguá do Sul (SC): almoço de encerramento de 2016 dos associados e simpatizantes do movimento de defesa do legado militar e cultural, na sede da Recreativa Duas Rodas, no bairro Vila Nova, rua 25 de Julho.
Pronunciamento do ilustríssimo Secretario Executivo da entidade associativista, Senhor Ivo Kretzer, no almoço festivo de encerramento das atividades de 2016.
Ademir Pfiffer - Historiador

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

ANVFEB seção Jaraguá do Sul/SC: 37 anos em 2013



Publicado em 30 de nov de 2016
O Museu Histórico Emílio da Silva em 10 de dezembro de 2013, na sala da Ação Educativa foi palco de homenagem e honraria aos simpatizantes, colaboradores e defensores de ações a favor da entidade Associação Nacional do Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (Anvfeb), Secção Regional de Jaraguá do Sul e Vale do Itapocu.
As imagens revelam a força da organização da entidade pelo Senhor Ivo Kretzer, secretario da entidade de defesa do Patrimônio da Feb, durante sua atuação na Segunda Guerra Mundial.
Curioso no evento foi a ausência do quadro dirigente da Fundação Cultural do Governo Municipal de Jaraguá do Sul.
Ademir Pfiffer - Historiador

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Jorge e Lydia Schmitt Ersching - um Expedicionário e uma Dona de Casa



Publicado em 24 de mai de 2016
Chegou o momento de cada um seguir viagem sozinho... desta vez partiu Lydia Schmitt Ersching, mas deixou o seu legado familiar, social, religioso e cultural.
A Associação dos Veteranos da Força Expedicionária de Jaraguá do Sul e Vale do Itapocu, Associação dos Amigos do Museus da Paz, associados e simpatizantes da entidade em defesa dos heróis da II Guerra Mundial, Fundação Cultural, compareceram para o velório e sepultamento da esposa de Jorge Ersching (Pracinha da Feb e alfaiate), Senhora Lidia Schmidt Ersching, cujo sepultamento aconteceu hoje (24/04, (terça-feira), na quadra destinada aos febianos do Cemitério Municipal da Vila Lenzi, município de Jaraguá do /Sul/SC.
Aos familiares os cumprimentos fúnebres da família “febiana” de Jaraguá do Sul. O grupo presta a sua homenagem aos familiares ancorados no poema do famoso escritor, Mario Quintana:
INSCRIÇÃO PARA UM PORTÃO DE CEMITÉRIO
Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"
AS enhora Regina Célia Calomeno foi a celebrante da reflexões e cantos no sepultamento em um dos lotes perpétuos numerados de 01 a 16, quadra 1, do Cemitério Municipal localizado no bairro Vila Lenzi. Ver tópico
Ademir Pfiffer - Historiador

sábado, 10 de dezembro de 2016

II Noite das Sopas dos Expedicionários - Jaraguá do Sul - SC





A II Noite das Sopas do Expedicionário da Associação dos Amigos do Museu da Paz de Jaraguá do Sul (SC) aconteceu em 13 de agosto de 2016, no bairro Czerniewicz, na sede da Sociedade Cultural Artística (SCAR).
Na ocasião foi lembrando a data magna de 21 de agosto de 1996, quando o prefeito Dorval Vasel, por decreto criou o anexo I do Museu Municipal Emílio da Silva, denominado de Casa do Expedicionário.
Em 20 anos de atividades a Casa do Expedicionário se tornou no Museu da Paz, com sede no antigo terminal de ônibus, Museu Histórico Emílio da silva e finalmente as instalações foram concretizadas em dezembro de 2008, na gestão do prefeito Moacir Antonio Bertoldi, no Centro Histórico (antiga Estação Jaraguá de 1943).
À época a presidente da Fundação Cultural era Natália Lucia Petry, que confiou a responsabilidade de instalação da unidade museal, a Alcioni Macedo Canuto, técnica em museologia, sendo auxiliada por Andreia Cavalheiro Lopes, que assumiu o posto da Ação Educativa naquela unidade museológica, em 2009, no Governo de Cecília Konell.
A partir daquela fase, O Museu da Paz passou por diversos desafios, porém foi necessário reorganizar a sua gestão a partir da criação da Aampaz, que agregou importantes atores sociais para difusão do legado cultural e a memória dos Pracinhas da II Guerra Mundial.
Assim, através da pesquisa (parceria com o curso de História Univille – Cientista Wilson Oliveira) e realizações de eventos diversos, ancorados na missão institucional, o MPZ tem importante papel para construção da memória e história dos Expedicionários de Jaraguá do Sul e Vale Itapocu, bem como da Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Entre 2013 a 2016, Ademir Pfiffer era o gestor, sendo auxiliado pelos trabalhos de Eliza Ressel Diefenthaler, Rosane Neitzel Gonçalves, Adriane Kassner e Dionara Raduenz Bard.

Ademir Pfiffer - Historiador

Anvfeb 40 anos de Jaraguá do Sul - Almoço de encerramento 2016



A Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (Anvfeb) secção de Jaraguá do Sul (SC) e Vale Itapocu organizou almoço de encerramento de 2016. 
Participaram do evento os associados e simpatizantes do movimento de defesa do legado militar e cultural, na sede da Recreativa Duas Rodas, no bairro Vila Nova, rua 25 de Julho.
Neste evento estiveram  presentes os expedicionários, Walter Carlos Hertel (Jaraguá) e João Rudolfo Hauck (Corupá), ambos com as suas respectivas famílias.
Ademir Pfiffer - Historiador

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

I NOITE DA SOPA DOS EXPEDICIONÁRIOs

 – DIA "D" - 06/06/2015

Boa noite a todos os que estão aqui, hoje, compartilhando mais um momento especial promovido pela ANVFEB – Associação Nacional do Veteranos da FEB -, com apoio do Museu da Paz e da Fundação Cultural de Jaraguá do Sul.
É um momento especial, pois traz para nossos dias pessoas e fatos históricos relevantes e que marcaram não somente a nossa região, mas o mundo, tal qual o conhecemos hoje.
Nas últimas semanas, em meio aos preparativos para esta noite, muitas vezes nos perguntaram: por que dia 06 de junho? Um sábado de feriado prolongado para muitos? Mesmo sabendo que teríamos que lidar com a possibilidade de termos um número menor de participantes, mantivemos a data, pois ela é significativa. O dia 06 de Junho ficou mundialmente conhecido como o DIA D - OPERAÇÃO OVERLORD, a Invasão da Normandia.
A Batalha da Normandia foi a operação que permitiu a invasão das tropas dos Aliados na França ocupada pelos nazistas e a investida fez cair o domínio alemão no território francês, permitindo o avanço dos aliados até a derrota do exército nazista, marcando o fim da Segunda Guerra Mundial. Essa foi a maior invasão marítima e aérea da história, envolvendo 1240 navios de guerra, mais de 10 mil aviões e milhões de militares – soldados, marinheiros, paraquedistas e pilotos da aeronáutica –, de tropas dos países aliados: Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e União Soviética.
Nessa mesma batalha, em um dos navios de apoio ao desembarque dos soldados, estava um brasileiro: o tenente Arthur Scheibel, que havia deixado sua família em Corupá, ingressado na Marinha Mercante Brasileira, e, por conta dos ataques alemães às embarcações brasileiras, foi salvo por marinheiros norte-americanos e, por ter conhecimentos de maquinaria dos navios, foi convidado a alistar-se na Marinha dos Estados Unidos.
O tenente Arthur participou de todos os preparativos da marinha americana para a famosa operação, mas não conseguiu desembarcar na praia, com seus companheiros – seu navio foi bombardeado pelos nazistas, provocando a sua morte e a de dezenas de outros. Era irmão do Sargento da FEB Bruno Scheibel, o primeiro presidente da ANVFEB aqui de Jaraguá do Sul e tem seu nome registrado no Monumento dos Expedicionários, aqui em frente, na Praça do Expedicionário, como um dos 5 bravos soldados que participaram da 2ª Guerra, mas não retornaram para casa.
Também queremos falar a respeito do prato principal dessa noite: a sopa! Por que uma sopa? Por que dos Expedicionários? Para quem leu algo do que foi publicado em jornais, redes sociais e sites ou ouviu nos programas de rádio da região nos últimos dias, já sabe a resposta: essa sopa é especial pois era preparada durante a 2ª Guerra pelo Frei Orlando para os italianos, que passavam por muitas dificuldades.
O Capelão da FEB preparava essa sopa utilizando, em sua maioria, ingredientes que eram doados pelos expedicionários e a distribuía aos famintos italianos. Por meio desse gesto, repetido diariamente nas regiões do norte italiano em que estava o Frei Orlando, os brasileiros passaram a ser reconhecidos por sua generosidade e abnegação, pois, além de terem vindo do além-mar para a Itália, lutando para libertá-los do poder nazifascista, ainda compartilhavam sua comida para alimentar os que a necessitavam.
Mas, quem era Frei Orlando?
FREI ORLANDO – PATRONO DO SAREx
Após ter se tornado frade, aos 24 anos, frei Orlando foi para São João del-Rei, onde lecionou no Colégio de Santo Antônio. Lá, tornou-se conhecido por sua generosidade, bondade e preocupação com os menos afortunados.
Quando o Brasil entrou na guerra, o Frei viu o 11º Regimento de Infantaria da cidade partir e não se conformou em permanecer impassivelmente na cidade. Assim, quando o comandante do regimento solicitou a indicação de um religioso para capelão militar, Frei Orlando voluntariou-se e seguiu para a Itália com os "pracinhas", a bordo do navio General Meigs, em 22 de setembro de 1944. Seu primeiro trabalho foi celebrar uma missa na catedral de Pisa para os expedicionários brasileiros.
Lá, ao conhecer a realidade do povo italiano, resolveu também coletar alimentos para amenizar-lhes a fome, retomou sua prática de preparar a sopa e distribuí-la aos que necessitavam. Até hoje existem relatos de pessoas contando que, se não fossem os Brasilianis, teriam morrido de fome durante os últimos anos da guerra.
Tempos depois, às vésperas da tomada de Monte Castello, durante uma visita à linha de frente do conflito, Frei Orlando faleceu, vitimado por um tiro acidental. Eram aproximadamente 14 horas do dia 20 de fevereiro de 1945. O frei estava com 32 anos de idade.
Finda a guerra, o governo brasileiro instituiu Frei Orlando como patrono do Serviço de Assistência Religiosa do Exército - SAREx, criado, em caráter permanente, por decreto-lei, no ano de 1946.
Em homenagem ao Frei Orlando, pedimos uma salva de palmas.
E, em uma justa homenagem a quem conseguiu resgatar essa receita, pela primeira vez preparada aqui, precisamos agradecer ao sr. Alexandre Gardolinski por seu empenho, dedicação e pelo ato generoso de compartilhar a receita:
Alexandre Matias Gardolinski nasceu em Curitiba, é casado e pai de três filhos. É Pesquisador Histórico Militar.
No livro que está escrevendo “o outro lado da guerra”, defende que a guerra, (em especifico a II Guerra), salva mais do que mata. Palestrante sobre o mesmo tema em instituições de ensino e eventos Cívicos Militares, aborda as invenções, técnicas, procedimentos e curiosidades de 35 especialidades diferentes de atividades, criados e desenvolvidos entre 1935 e 1950.
Percorreu recentemente na Itália mais de 2.000 km, refazendo a Campanha de nossos Pracinhas em 1944/45.
Presidente do EVMA Expedicionários Viaturas Militares Antigas. Foi Diretor do Museu do Expedicionário em Curitiba - Paraná.
Membro da SASDE - Sociedade Amigos da 2º Divisão de Exército.
Patriota da Liga da Defesa Nacional.
Associado Categoria A da Legião Paranaense do Expedicionário.
Colunista de guerra de jornais, revistas e rádios. Agraciado com o Diploma de Amigo do 62ºBI e com a Medalha Amigo da História, do Programa Nossa História.

Temos a satisfação de contar com a presença do sr. Alexandre Gardolinski e queremos convidá-lo para fazer uso da palavra.

Também convidamos o professor de História e Chefe dos Museus Municipais de Jaraguá do Sul, sr. Ademir Pfiffer, para fazer uso da palavra.

Para encerrar, chamamos o Sr. Ivo Kretzer, secretário da ANVFEB, que fará uso da palavra.

Encerramos agradecendo nossos parceiros e apoiadores: ao Tenente Coronel Vonk, comandante do 14º Batalhão, que permitiu que o soldado Alexandre Mörschbacher (rancheiro do 14º BPM) e Shirley Teles, Relações Públicas do Batalhão, nos auxiliassem, cozinhando a sopa e dando um verdadeiro caráter militar ao encontro, nosso muito obrigado!
Ao senhor Dieter Jansen, prefeito de Jaraguá do Sul, Natália Petry, vereadora e presidente da Câmara, senhor Jaime Negherbon, vice-prefeito e a todos que aqui estão presentes, nosso muito obrigado.

Redação: Dionara Raduenz Bard (Ação do Museu da Paz)
Ademir Pfiffer - Historiador e Chefe dos Museus Municipais
Meste de Cerimônia: Sidnei Marcelo Lopes - Presidente da Fundação Cultural


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